Exposição patente no Ecomuseu do Zêzere, a partir de 9 de Novembro até 16 de Dezembro.

Nuno Vicente nasceu em Chartres, em França, em 1981 e viveu em Carvalhal Formoso (Belmonte). Estudou Pintura e um curso avançado de Artes na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha. Foi nomeado para a edição de 2007 do prémio Millennium Anteciparte. Participa em 2014 na Bienal de Artes Visuais de Varna, na Bulgária e é nomeado para a 11ª edição dos prémios Novos Artistas Fundação EDP, em 2015.
Das suas exposições individuais destacam-se Invenção de uma escrita, escultura e ações efémeras, no Museu do Côa, em Portugal, 2015; e a série Esculturas de terra, água, fogo e ar: Parte VII, Espaço 58 (Ar Sólido), Lisboa, Portugal, 2014; e as partes I, II, III, IV, IV, V, VI, no Kunstraum João Cocteau, em Berlim, na Alemanha. O artista português expôs em galerias e museus como Dalhalla amphitheater, Rättvik, Suécia 2018; Museu Kramskoy, Voronezh, Russia 2018; Czong Institute for Contemporary Art, Gympo, Coreia do Sul, 2016; SAVVY Contemporary, Berlim, Alemanha, 2013; Lazzareto di Cagliari Centro Culturale di Arte, Cagliari, Itália, 2012; ou o Pavilhão Preto do Museu da Cidade de Lisboa, Portugal, 2010.
Vive desde 2010 entre Berlim e diferentes sítios da península ibérica, onde realiza trabalhos específicos na paisagem, e em França onde realiza actualmente com o suporte da Fundação Camões, um projeto especifico numa gruta da Ardèche.