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No próximo sábado, 1 de Dezembro, realiza-se o Ingress Belmonte.

Ingress é um jogo multijogador massivo online de realidade-aumentada baseado em localização desenvolvido pela Niantic, originalmente parte do Google.

O jogo tem uma história sobre ficção científica uma narrativa contínua e aberta. A jogabilidade consiste em capturar “portais” em locais de importância cultural, como o arte pública, locais de interesse, monumentos, etc., para criar zonas de controle virtuais sobre áreas geográficas. Os eventos em si fazem conhecer o jogo e localidade ao qual estão a jogar, permitindo conhecer novos locais e conviver com outras pessoas.

Para mais informações, consulte o site do evento Ingress Belmonte

Decorreu na passada Sexta-feira em Vilar Formoso, no CEDET, Centro de Desenvolvimento e Cooperação Transfronteiriço, no edifício da Alfândega, a apresentação da 8ª edição da Feira EcoRaia.

O Presidente da Associação de Municípios da Cova da Beira, António Dias Rocha e a Vice-presidente da Diputación de Salamanca, Chabela de La Torre fizeram a apresentação do programa de dois dias do certame que vai juntar em Salamanca, nos próximos dias 24 e 25 de Novembro, mais de 100 expositores de ambos lados da fronteira.

O Município de Belmonte, assim como vários produtores do Concelho, estarão presentes de forma a divulgar os seus produtos e potencialidades

 

Na região Centro,os municípios que se evidenciam com a pontuação máxima no item “Água Segura” são os municípios de Albergaria-a-Velha, Alcobaça, Belmonte, Bombarral, Cinfães, Condeixa-a-Nova, Estarreja, Lamego, Murtosa, Ovar e Vila de Rei.

A ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos revelou recentemente os dados relativos ao controlo da qualidade da água por concelho, em 2017. Os dados por concelho referem-se à totalidade das zonas de abastecimento em funcionamento no concelho para o ano em referência.

Fonte: ON Centro

 

 

 

A Turismo Fundos, em colaboração com a ​Entidade Regional do Turismo do Centro, realiza uma sessão de informação, dia 19 de Junho, a partir das 9h30, no Auditório do Museu Judaico em Belmonte, com o objetivo de dar a conhecer o Programa de Investimento em Territórios de Baixa Densidade, proporcionando às empresas o acesso a toda a informação para formalizarem as candidaturas ao concurso.

O Programa foi lançado com o objetivo criar as condições financeiras adequadas para estimular o aparecimento de projetos de investimento que se traduzam na valorização económica dos ativos imobiliário, afetos ou a afetar a atividades do setor do turismo ou com elas especialmente relacionadas, e que promovam o desenvolvimento e a sustentabilidade das economias locais e regionais dos territórios de baixa densidade.

Programa:

09h30 | Credenciação

10h00 | Abertura

Presidente da Entidade Regional do Turismo do Centro – Dr. Pedro Machado

Presidente da Câmara Municipal de Belmonte – Dr. António Dias Rocha

10h15 | Apresentação do “Programa de Investimento em Territórios de Baixa Densidade”

Presidente do Conselho de Administração da Turismo Fundos – Prof. Pedro Moreira

Gestora do Projeto – Dra. Maria João Cardoso

11h00 | Perguntas e Respostas

No dia 2 de Agosto, reabriu ao público o (totalmente) renovado Museu Judaico de Belmonte. Um espaço atractivo, mais interactivo e centrado na história fantástica do cripto-judaismo da comunidade de Belmonte.

Um espaço a visitar e a re-visitar!

Horário de Verão (15 de Abril a 14 de Setembro) das 9h30m às 13h00m e das 14h30m às 18h00m

 

Horário de Inverno (15 de Setembro a 14 de Abril) das 9h00 às 12h30m e das 14h00m às 17h30m

Eventos

A MARAFONA começou a ser pensada em 2012, dando os seus primeiros passos pela transformação criativa de pequenas ideias em temas originais de cariz contemporâneo. A boneca ganhou vida própria e foi-se transformando com irreverência em algo único. Hoje, cinco músicos assumem o desafio de descrever as personagens presentes na memória da MARAFONA, a boneca de trapos de Monsanto, insígnia personificante do nosso povo, cantando os singulares episódios experimentados na sua migração para a grande cidade de Lisboa.
A MARAFONA constrói livremente a sua teia de referências, paixões e influências, pegando na nossa identidade para homenagear a tradição, dando-lhe nova vida e sangue novo, fazendo-a nossa.
Podemos assegurar que a MARAFONA não é Folk,não é Fado, não é Música Erudita, não é Jazz, Rock ou Blues, não é Pop, não é Intervenção, não é Poesia mas é um pouco de tudo numa canção assumidamente portuguesa, redescoberta nas raízes populares dispersas pela urbanidade. É por vezes doce, é por vezes dançada, é alegre e atrevida, mas por vezes num impulso malha com rijeza.