Arquivo para Tag: patrimonio

Capela novecentista de planta longitudinal simples. No interior, destaque para o arco triunfal em arco abatido que vai dar à capela-mor, onde se inscreve a ara de altar.

Apresentação

Inaugurada em 1940, apresenta planta longitudinal, composta por nave e capela-mor mais baixa e estreita, com sacristias adossadas e torre sineira no eixo da fachada principal, é uma igreja com influências revivalistas e ecléticas do início do século XX. Possui retábulo lateral com a imagem de Nossa Senhora da Esperança (a que terá acompanhado Pedro Álvares Cabral na sua descoberta do Brasil).

Foi habitação da família Cabral, atualmente alberga a Biblioteca e Arquivo Municipal. Edifício de dois pisos, com planta longitudinal composta, apresentando fachada limitada por pilastras, cornija simples e vãos de lintel reto. Na fachada principal, sobre o portão, ostenta o brasão dos Condes de Belmonte, o único que conseguiu escapar ao pico que mutilou todos os brasões da povoação, uma vez que só foi aqui colocado após os tempos agitados da Primeira República. No logradouro do edifício foi construído de raiz o Museu dos Descobrimentos, projeto interativo, de sensações e afetos que transporta o visitante para uma história de 500 anos de construção de um País e da Portugalidade. Ao longo da estratégia expositiva aborda-se a história dos descobrimentos portugueses enquanto elemento unificador dos Novos Mundos, a viagem da Descoberta do Brasil, o desenvolvimento e a construção de uma nação irmã, a Portugalidade e muito mais.

fonte: Aldeias Históricas de Portugal

Escultura executada em 1961 por Álvaro de Brée. Inaugurada em 1963 por Juscelino Kubitschek de Oliveira (Presidente do Brasil, 1956-1961). O capitão navegador surge em pose serena, segurando um astrolábio, uma espada e uma cruz. Cabral apenas possui estátuas em Belmonte, Lisboa e Santarém. Também está representado num medalhão do claustro do Mosteiro dos Jerónimos (Lisboa) e é tido como sendo um dos Reis Magos do quadro A adoração dos Reis Magos que pertenceu ao antigo retábulo da Sé de Viseu, da autoria da oficina de Grão Vasco e que se encontra no Museu Grão Vasco (Viseu).

fonte: Aldeias Históricas de Portugal

No Largo do Pelourinho, destaca-se o antigo Paço do Concelho, documentado desde o século XV. Trata-se de um edifício de planta retangular simples, de volumes escalonados com disposição horizontal, cortada pela torre. No século XIX, por altura das Invasões Francesas, Junot mandou picar as pedras de armas presentes no edifício, por Belmonte não se ter rendido.

fonte: Aldeias Históricas de Portugal

Pelourinho revivalista do tipo heráldico, com três degraus octogonais e fuste igualmente octogonal. Desprovido de capitel, integra escudo em forma de prensa enquadrado por moldura retangular e encimado pela inscrição ‘TVD: PA, Este seria o brasão de Fernão Cabral e significará “Tudela Passus” e liga-se a uma lenda segundo a qual o Senhor de Belmonte preferiu assistir ao esmagamento da filha numa prensa a entregar o castelo ao inimigo. Esta estrutura é uma reconstrução novecentista (1986), já que o primitivo pelourinho foi demolido em 1885, aquando a regularização do largo. Restam ainda alguns fragmentos deste pelourinho que nos podem reportar para a classificação do tipo gaiola, construído, possivelmente no século XVI, após conceção de carta de foral por D. Manuel I.

fonte: Aldeias Históricas de Portugal

As Capelas de Santo António e do Calvário são um conjunto formado por dois pequenos edifícios, localizados próximo do castelo e da Igreja de Santiago. A primeira parece ser a mais antiga, tendo a sua construção ocorrido no século XV. Nesta é possível observar um brasão com as armas das famílias Queiroz, Gouveia e Cabral. Do seu espólio fazem parte duas imagens em madeira, uma do Espírito Santo e outra de Santo António, esta última, proveniente do extinto convento franciscano de Nossa Senhora da Esperança em Belmonte. A capela do Calvário data do século XIX e apresenta planta longitudinal simples. Fachada em alvenaria aparente de granito. Acede-se à porta principal através de cinco degraus, encontrando-se esta decorada com os instrumentos da Paixão de Cristo (escadas, lança, vara do vinagre, turquês, martelo e coroa de espinhos). Trata-se de um exemplo de arquitetura oitocentista religiosa de revivalismo neogótico.

fonte: Aldeias Históricas de Portugal

Monumento de traço romântico, foi sofrendo modificações ao longo dos tempos, apresentando alguns elementos góticos e maneiristas. Foi talvez construída em 1240, por intermédio da D. Maria Odil Cabral, por disposição de D. Gil Cabral. No interior do monumento, pode observar-se uma Pietá, em granito e policromática e pinturas murais, pelo menos de duas épocas, encontrando-se vestígios de um tríptico construído por figuras que representam Nossa Senhora, São Tiago (orago) e S. Pedro.

Adossado à Igreja está o Panteão dos Cabrais, ainda em construção em 1483. A renovação deste deve-se a Francisco Cabral, primeiro Alcaide de Belmonte após a Restauração, como a ele se devem alguns dos túmulos renascentistas ali existentes (1630). Situada num dos caminhos portugueses de peregrinação a Compostela, a Igreja de Santiago seria um local, onde os Peregrinos encontravam um conforto espiritual no decurso da sua jornada.

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Aberto de Terça a Domingo

Horário de 1 de junho a 15 de setembro: 09h30 – 13h00 / 14h30 – 18h00
Horário de 15 de setembro até 31 de maio: 09h00 – 12h30 / 14h00 – 17h30

Encerra: Segundas-Feiras, 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro

Torre Centum Cellas

A Torre Centum Cellas antigamente também chamada de Torre de São Cornélio é um curioso e singular monumento lítico situado na freguesia do Colmeal da Torre, concelho de Belmonte. Actualmente as ruínas, têm, despertado as atenções de todos, suscitando as mais diversas teorias e gerando-se à sua volta as mais variadas lendas.
Umas dessas tradições refere que teria sido uma prisão com cem celas, daí derivando o nome Centum Cellas, onde teria estado cativo São Cornélio, razão porque também é conhecida pelo nome de Torre de São Cornélio.

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Horário de 1 de junho a 15 de setembro: 09h30 – 13h00 / 14h30 – 18h00

Horário de 15 de setembro até 31 de maio: 09h00 – 12h30 / 14h00 – 17h30

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Castelo de Belmonte

A construção do Castelo data do século XIII . Em 1258 D. Afonso III autoriza D. Egas Fafe a construir uma Torre no Castelo de Belmonte, no entanto, no local onde se ergue o Castelo, haveria já um sistema defensivo, posto a descoberto com as escavações arqueológicas realizadas no monumento, cuja construção estaria relacionada com as necessidades de repovoamento e de afirmação do poder real de D. Sancho I na região.

D. Afonso V em 1466 doa o Castelo a Fernão Cabral I, tornando-se a residência da família Cabral. As várias transformações efetuadas são ainda visíveis no pano da muralha oeste, com a construção de várias janelas panorâmicas. Destaca-se um janela de estilo manuelino, da primeira metade do século XVI, encimada por brasão composto por duas Cabras (Cabrais) e seis ruelas (Castros), simbolizando a união de João Cabral Fernandes com D. Joana Coutinho de Castro.

Atualmente, o edifício tem funções turísticas e culturais, tendo sido construído um anfiteatro ao ar livre e a Torre de Menagem e Sala Oitocentista adaptadas a espaços museológicos dedicados à história do Concelho e do Castelo.

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Horário de 1 de junho a 15 de setembro: 09h30 – 13h00 / 14h30 – 18h00

Horário de 15 de setembro até 31 de maio: 09h00 – 12h30 / 14h00 – 17h30

Encerra: Segundas-Feiras, 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro

Apresentação

Edifício simples, de um só piso, com porta única na fachada oeste e janela, com inscrição na empena superior, na fachada norte. Essa inscrição, em letras simples apresenta a data: 1784, sendo provavelmente a data da sua edificação. A janela apresenta também a roda, local onde, na calada da noite, seriam depositadas as crianças enjeitadas.

Esta estrutura giratória tem 2 patamares, um onde era depositada a criança, o outro, onde eram colocados os seus pertences, caso existissem.

Como quase todas as casas da Roda estava num lugar discreto. O objetivo era garantir o anonimato das mães.

No interior é possível observar pequena exposição sobre a temática das Casas da Roda, com alguns documentos e objetos e, possível armário judaico ou Hejal.

Tutela Câmara Municipal de Belmonte / Junta de Freguesia de Caria

Preçario deste e outros museus do concelho de Belmonte

Aberto de Terça a Domingo

A partir de 1 de Setembro 2025, visitas só serão possíveis mediante marcação prévia, através dos contactos 275088698 ou 969200486

Encerra: Segundas-Feiras, 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro

Apresentação

«No centro da vila está a Casa da Torre, o paço episcopal dos bispos da Guarda, construída sobre os vestígios remanescentes do castelo de Caria. Esta casa, de grandes dimensões, impõe-se na paisagem urbana da vila, demonstrando o poderio senhorial da diocese que patrocinou a sua edificação.»

A Casa da Torre foi construída no início do século XIV para servir de residência aos Bispos da Guarda. Esta edificação revestia-se do maior significado, uma vez que depois do restabelecimento da antiga diocese da Egitânia, em 1190, foi necessário disputar com a Diocese de Coimbra os antigos territórios da sua jurisdição. Caria era uma das mais importantes povoações da renovada diocese.

fonte: beira.pt

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Encerra: Segundas-Feiras, 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro.

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